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segunda-feira, 9 de junho de 2008

Os antigos super heróis são melhores que os atuais

É uma coisa hiper clichê: cinco rapazes entre 20 e 25 anos (geralmente três moços e duas moças) vestidos com roupas coloridas, meio psicodélicas cheios de pose lutam contra os monstros para defender o planeta terra. O governo faz absolutamente nada, os monstros que vieram para atacar os seres humanos atacam apenas o Japão, com apenas um 38, os vilões matariam os personagens, as armas não matam ninguém (a não ser aquela enorme bazucona que matam apenas os monstros guerreiros) e aparece um bicho qualquer que transforma o monstro em gigante e depois os super heróis chamam um robôzão gigante a mata o monstro guerreiro. A paz retorna na terra? Não. Só depois de uns 50 episódios. Ah, claro: motos fantasticas e rápidas com tiros, armas a laser, tiros coloridos, enormes espaçonaves... mas e daí? Flashman é bom do mesmo jeito!
Pra quem tem a minha idade (estou com 24 anos por enquanto), se lembrará desses super heróis japoneses e o meu favorito são os Flashman.
Uma pessoa de alma benevolente postou TODOS os episódios do Flashman no Youtube e eu e o Marcos com um baldinho cada um com pipoca (a minha cheia de Agi-No-Moto e molho de pimenta) assistindo os episódios do Flashman. E o pior: sempre querendo saber o que acontecerá no próximo episódio.
Não. Eu não gosto apenas no Flashman: também curto Jaspion e Jiraiya (tiro o chapéu pra essa série porque foca muito o lado oriental e a cultura japonesa nesse super herói) e confesso que nunca gostei do Changeman (achava cansativo), mas o Flashman sempre me chamou a atenção porque superou os clichês dos super sentai da década de 80: cinco crianças raptadas por caçadores espaciais foram adotadas pelo povo evoluido de um planeta chamado Flash e transformados em super heróis em treinamentos rigorosos. Daí eles voltam p´ra terra 20 anos depois para salvar sua terra natal das mãos do imperio Mess e, quem sabe, encontrar seus pais.
Cheios de pontos fracos, problemas quase impossíveis, robôs que quebram, mas sempre com o positivismo e esperança. Talves por essas e outras características que os personagens mostram, ajudam a criança que necessitamos ser fortes para que, futuramente, quando os monstros e os vilões da vida aparecerem para nos derrubar, devemos ser: persistentes e humildes como o Jin/Red Flash (meu personagem favorito), fortes e prestativos como Dan/Green Flash, manter o bom humor e a bravura como Gô/Blues Flash, sensíveis e amáveis como Sara/Yellow Flash e simpáticos e corajosos como a Lu/Pink Flash, as duas últimas para as meninas, mostrar que também tem capacidade de ser tão quanto os homens... talvez igualdade? No filme, até que elas são submissas à liderança masculina, mas mostrando que são capacitadas e tão importantes. Ah, claro, o líder também é um cara bacana e mostra como todo bom líder deve ser.
Tô meia boba assistindo esses episódios e... como é gostoso voltar à infância! Da minha infância toda, o Flashman é quem eu tenho um carinho muito especial, porque me acompanhou por muito tempo na minha infância solitária (é, eu era muito sozinha quando criança e esses super heróis, Chaves, os livros e gibis da Turma da Mônica foram meus companheiros inseparáveis). Até quando vi o primeiro episódio dei risada mas depois queria ver mais e mais e mais... Até fotos deles atuais encontrei na internet, olha (mudou pouca coisa)!


Jin/Red Flash, Dan/Green Flash, Gô/Blue Flash, Sara/Yellow Flash, Lu/Pink Flash


Assim como nossos pais tem o Nacional Kid, Ultraman, Spectremen na infância (minha mãe brincava com saco de lixo nas costas e fazia máscara na mão depois de assistir o Nacional Kid), eu tenho os Flashman... depois do Chaves, é claro!!!

As pessoas da minha idade estão postando as maravilhas da televisão da nossa época no Youtube. Além dos Flashman e dos outros super herois japoneses, postaram os episódios do Chaves (até redublagens ridículas), Pica Pau (lembro muito do Tony) e etc.

Quem quiser assistir pra relembrar a infância como eu, procura lá, sempre escrevendo "Flashman + o número do episódio" (os nove primeiros, colocaram 0, ex: 01, 02...) e depois comentem aqui.

COMANDO ESTRELAR FLASHMAN!!!

Abertura



Enceramento


segunda-feira, 12 de maio de 2008

Grey´s Anatomy



Meredith (narração):"Here's the truth abou the truth. It hurts. So, we lie." --- “Talvez nós gostemos da dor. Por que eu insisto em me bater com um martelo? Porque é tão bom quando eu paro”. Ou “Nós viramos adultos. Quando isso aconteceu? E como a gente faz para parar?”. São frases como essas que têm feito de “Grey’s anatomy” um dos seriados mais fofos, emocionantes e divertidos de se assistir. As dúvidas e falhas da doce, impulsiva e conflituosa Dra. Meredith Grey são aquelas que afligem qualquer um nos seus 20 e poucos anos, prestes a assumir responsabilidades que nunca teve. A cada erro que ela e seus colegas cometem, você nunca fica impassível – ou ri muito, ou chora (seriously) – porque são os erros que não conseguimos não cometer. Ficar com a melhor amiga, transar com o chefe, dizer algo impulsivamente em um momento de ódio e se arrepender depois, sabotar um relacionamento pelo medo do compromisso. Essas e outras têm feito a imprensa norte-americana começar especulações do tipo “...seria o novo Friends?...”. Dizeres de Meredith Grey: “Eu estou tão triste, mas tão triste, que eu tenho medo de chegar perto dos outros e minha tristeza ser contagiosa”. “De todas as coisas que me cansam, odiar você é a mais exaustiva” “Eles estão em todos os lugares. Todo o tempo. Eles dividem comida e conversam e mexem nas coisas. E eles respiram. Ugh, eles são tipo...felizes” “Quando eu estava no colégio, todas as garotas queriam ser Julieta na peça da escola. Eu não. Julieta era uma idiota que se apaixonou pelo único cara que não podia. Ela teve o que merecia” “É isso:Sua escolha é simples.Ou ela ou eu.Não sou perfeita.Mas, sou eu quem te ama.Independente do seu gosto musical.Divido até meu último pedaço de cheesecake com você.Infelizmente, eu te odeio...AMO.Pick ME. Choose ME. Love ME.”Viu só que viagem? São essas coisas doidas que “Grey’s anatomy” faz você pensar. Alguém ainda quer afirmar que consumir cultura pop é simplesmente mascar chiclete?




Tem uma coisa a ser dita sobre o copo meio cheio. Saber falar quando tá bom. Eu acho que é uma linha variável. Um barômetro de necessidade e desejo. É uma coisa completamente individual. E depende do que tá sendo servido. Às vezes, tudo que queremos é dar uma provadinha. Outras vezes, nunca é suficiente, o copo é sem fundo. E tudo o que queremos é mais(muito MAIS)!